Medo de ser igual

9 de Agosto de 2007 @ 01:38 - Marinheiro
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Synopsis: Homosexuals have been able not only to obligate that their behavior is not considered a disease but also invented a phobia against the heterosexuals. However, considering the real meaning of homophobia as the aversion to be and behavior like others of the same gender (in this case), we notice that it is something much more common among homosexuals. Leia também/ Read also: Está tudo errado!

O marketing pró-homossexualismo é um caso de perigosa desinformação social. Criou-se uma mentira tão convincente que faz parecer que condenar o pecado é um ato de racismo. Quem diria, homossexualismo deixou de ser doença (sic) para ser uma raça! Navegando pela Internet, principalmente entre páginas de jovens, é possível encontrar prospects seduzidos por esse marketing esquizofrênico disparando acusações panfletárias contra quem ouse dizer que o rei está nu.

É fato, uma mentira muitas vezes repetida torna-se até verbete de dicionário. Em poucos anos a ditadura homossexual conseguiu que a Organização Mundial de Saúde excluísse o homossexualismo da lista de enfermidades, sem qualquer justificativa conclusiva além daquelas financiadas e induzidas por publicações pornográficas. Também submeteu o conselho de psicologia no país, estabelecendo uma nova inquisição e pressionando os psicólogos a negarem socorro profissional a quem queira deixar o comportamento homossexual. Agora está incluindo como enfermidade a justa aversão ao pecado que querem maquilar como se fosse uma virtude. Acusam de homofobia, o que é inusitado embora não surpreenda.

O empenho religioso com que homossexuais defendem seu direito de pecar os leva a adulterar o sentido de homofobia. O fato é que este termo significa “medo dos iguais”, e logo se vê que esta psicopatia, longe de atingir massivamente os heterossexuais é típica entre os homossexuais. O narcisismo, o conflito com a figura paterna, o folclórico exagero nos modos e costumes, a ostentação e o desafio aos padrões confirmam o medo que tais pessoas tem de serem como seus semelhantes. Eu diria mesmo que “ser diferente” é um dos poucos traços comuns aos vários tipos de homossexualismo, que se apresentam como um só por conveniência política e mercadológica.

Portanto uma definição aceitável para este termo é (preste atenção e trate de aprender Houaiss):

Homofobia - Acepções: substantivo feminino - rejeição ou aversão que os homossexuais tem de ser e se comportar como outras pessoas do mesmo gênero. Etimologia: hom(o)- + -fobia = medo dos iguais, por extensão, medo de ser igual.

2 Comentários »

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  1. FELIZ DIA DOS PAIS!=D
    Que Deus te abençoe pai, amo você!
    beijooo

    Comentário de Isabella — 12 de Agosto de 2007 #

  2. Ludmila,
    Obrigado por ter escrito sobre o artigo em http://blog.evangelizabrasil.com/2007/08/09/aterrorizante-indiferenca/
    Creio que seus sinceros e emocionados comentários merecem uma resposta.

    [Ludmila] Já disseram que fanatismo também é doença?
    [José] Desculpe, mas não entendi a que fanatismo você se refere. Espero que você não esteja usando o clichê de chamar a qualquer posição contrária à agenda de propaganda homosexista de fanatismo, porque isso não merece qualquer respeito. Se discordar do homosexismo é fanatismo, então discordar da sexualidade normal também é. Se alguém que defende o padrão divino para a sexualide é fanático, quem defende um padrão carnal é o que? Qual a diferença? Acusar os outros de fanatismo é uma atitude dos macaquinhos “não vejo”, “não ouço”, “não falo”.

    [Ludmila] Gostaria de ler argumentos plausíveis que consideram o homossexualismo uma doença.
    [José] Se existem tais argumentos eu desconheço. A Bíblia não diz que homossexualismo é doença, diz que é pecado. Não é algo que esteja sujeito a um processo de cura, mas a uma decisão de se abandonar e abraçar uma nova vida com Cristo.

    [Ludmila] É engraçado em uma religião que se defende o amor, criticar pessoas que, às vezes, têm relacionamentos mais longos, honestos e mais felizes do que muitos heterossexuais por aí.
    [José] O tipo de amor que Cristo nos ensinou não é um amor humano. O tipo de amor que Cristo nos ensinou não concorda com as coisas erradas, mas apoia as coisas certas. Portanto é um amor crítico. O amor sem essa crítica não salva o suicida, ajuda-o a suicidar-se. Um tipo de amor carnal assim, empurra os homossexuais para práticas ainda mais contrárias ao amor de Deus e não os prepara para dar contas de sua vida a Deus.

    [Ludmila] “folclórico exagero nos modos e costumes” preconceito isso, caracterização estereotipada, preconceito grosso e feio.
    [José] Seria preciso você não sair na rua e não ver a realidade. Com que base você diz que a caracterização é estereotipada e há preconceito? Certamente não é a mesma com que afirmo que o exagero nos modos e costumes é folclórico. É, o estereótipo veio da facilidade com que a sociedade reconhece os homossexuais. E mesmoa que as propaganda homossexista tente mostrar que são como quaisquer outras pessoas, o cotidiano mostra que procuram ser diferentes (não que sejam os únicos, mas o fazem de uma forma única). Por outro lado estereótipos são úteis e importantes no trato social e até na seleção natural. O ruim é que você esteja usando as mesmas estratégias mesquinhas do homossexismo - acusar os outros de estereotipismo e preconceito, achando que isso pode intimidar. Isso sim é feio: ao invés de travar um diálogo consistente, partir para a intimidação.

    [Ludmila] Você também deveria ter procurado a palavra NU no Houaiss, perceberia que monossilabos terminados em U não são acentuados, aprenda também com alguém que, ao seu ver, é doente.
    [José] Agradeço sempre a qualquer pessoa que me corrija o português. Eu me esforço para acertar, mas cometo erros nesta área. Este não é meu ponto forte. Por outro lado é perda de tempo insistir na questão da doença, para desvalorizar o artigo que escrevi. Ele menciona a questão da mudança na OMS, para mostrar a artificialidade do movimento homosexista. Se não havia base para enquadrar o homossexualismo como doença, qual a base para dizer que não é? Os líderes deste movimento dão ao homossexualismo a causa que lhes convém a cada momento e desvergonhadamente mudam de posição a cada momento: genética, comportamental, social etc. Eu só lhe digo que, a despeito de uma perversa “teologia gay”, homossexualismo sempre foi pecado e continua sendo. Se alguém quer viver em santidade deve abandonar esta prática.

    [Ludmila] Eu sinto pena de você por crer que há um Deus que só considera o amor heterossexual um amor verdadeiro, pena do Deus em que você crê.
    [José] Há um só Deus, e a sua pena não vai mudá-lo. Como eu, você é propriedade dEle e deve viver do jeito que Ele quer. Ele é o Senhor de todas as coisas e não seu empregado. Ele criou tudo o que existe e tudo deve existir conforme a vontade dEle. Você pode ter pena, pode protestar, pode se encher de raiva, mas isso não muda quem Deus é e não muda o seu destino. Todos os seres humanos se tornaram inúteis para Deus, peças estragadas por causa do pecado. O homossexualismo, a mentira, a raiva, a inveja, são coisas idênticas. Nenhuma é melhor ou preferível do que a outra. Deus, em seu infinito amor, decidiu nos consertar. Se nos entregarmos nas mãos deles e nos deixarmos transformar, Ele o fará, se decidirmos continuar em nosso largo e fácil caminho para o inferno podemos continuar a fazer o que bem entendemos. Não me considero pior ou melhor do que qualquer homossexual. Perante Deus somos iguais: pecadores. O homossexualismo não é um pecado maior ou menor do que o meu. A diferença é que eu decidi abandonar o pecado e deixar Deus restaurar a cada dia a imagem dEle em minha vida. Há um só Deus e Cristo é a imagem do Deus invisível!

    Procurei dizer a verdade a você e ser fiel a ela.
    Oro para que a verdade lhe faça o bem que faz a mim.
    O verdadeiro amor ama a verdade.
    José.

    Comentário de Marinheiro — 7 de Janeiro de 2008 #

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