A santificação da sexualidade

31 de Outubro de 2007 @ 16:51 - Marinheiro
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Por uma evangelização marcada pela santidade
Porque o encontro de evangelização vai falar sobre santidade?

A evangelização deve levar as pessoas a viverem conforme o Evangelho, contudo, se a Igreja mesma não vive conforme o Evangelho, como poderá anunciá-lo com autoridade?

O homossexualismo por exemplo, é vício de comportamento que tem se imposto à sociedade de maneira violenta, atacando os direitos constitucionais da liberdade de opinião e trocando a verdade por mitos. Sobre isso as Escrituras dizem: “…os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão.” Rm 1:26, 27.

Enquanto algumas vozes se levantam para combater a vergonhosa promiscuidade entre as instituições públicas e os pederastas (termo que destaca o fato de que é comum homossexuais buscarem sexo com meninos), e convocam a Igreja para lutar contra a aprovação de leis que pretendem amordaçar a pregação do Evangelho, 22% dos evangélicos pentecostais e 25% dos evangélicos não pentecostais aprovam estes contatos anti-naturais e indecentes, e defendem que recebam o mesmo reconhecimento social que recebe a família conforme instituída por Deus!* Mais de 20 em cada 100 crentes votam pelo pecado do homossexualismo! O sal se tornou insípido. Para nada mais serve.

Para que possamos transformar vidas através da pregação do Evangelho, precisamos primeiro de uma igreja que viva em santidade. Isso inclui não se conformar com o mundo, não se contaminar com seu pensamento. Se você quer ver uma igreja santificada, que rejeita o pecado e busca a santidade na sexualidade, venha para o Encontro Nacional. Ligue para 0800 121 911 ou acesse o site www.evangelizabrasil.com

*Quando se trata da legalização da união entre pessoas do mesmo sexo, 49% dos brasileiros são contra e 42% são a favor. Os católicos se dividem: 46% apóiam a legalização (quatro pontos acima da média nacional) e 45% são contrários à hipótese. Entre os evangélicos, a oposição a que pessoas do mesmo sexo tenham direito a uma união reconhecida pela Justiça fica significativamente acima da média, chegando a 72% entre os pentecostais e a 68% entre os não pentecostais. Por outro lado, a posição favorável à legalização fica acima da média entre os espíritas (70%), os adeptos da umbanda (65%) e do candomblé (62%) e entre os que não têm religião (56%). Quanto mais jovem, mais escolarizado e com maior renda familiar mensal, maior o apoio à medida, que é de 57% entre os que têm de 16 a 24 anos, de 54% entre os que têm nível superior de escolaridade e de 58% entre os que têm renda familiar mensal acima de dez salários mínimos.

Pesquisa realizada pelo Datafolha. Foram ouvidos 5700 brasileiros, a partir de 16 anos, em 236 municípios, nos dias 19 e 20 de março de 2007, e a margem de erro máxima, para o total da amostra, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Publicado no site datafolha.folha.uol.com.br em 05/05/2007. Clique no link para ver toda a pesquisa.

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